terça-feira, 16 de novembro de 2010

Castelo


Tudo constante, permanece. Às vezes as nuvens se movem e giram; mas o que se espera permanece onde está. Não há pressa. Lembra-se de quando havia fadiga e as preces eram pela calmaria? Mas não há o que seja mais turbulento que a essência da calmaria.

Tem algo para fazer? Então me conte o que é; pois estou com preguiça de descobrir.

As flores se movem como queríamos que movessem. O vento saiu para a caça; e o tempo se mantém propício. Talvez seja correto chorar um pouco por nós. Nenhuma mentira para o dia de hoje?

Bem, hoje eu saí para brincar, como há 50 anos; e me diverti bastante com os acidentes que causei. O que há para se querer mais? Mas tudo não passa de uma grande farsa, já que como você mesmo diz, não há o que se vai, que não volta; exceto a resistência das tragédias. Faz parte do fortalecimento. E do amadurecimento, por que não?

Uma vez vi um castelo e não entrei. Ele se foi.

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