sábado, 28 de agosto de 2010

Desinibida


Voltas pelo parque, a garota anda desinibida
Conversando Paul Sartre, sobre os limites da vida
Estranha os objetos estranhos
São só ovelhas do rebanho
Observa a roda gigante
Apostando aonde irá parar
Lembra de quando foi amante
E sente vontade de descansar

Talvez seja cedo, mas é cedo que mistifica
Não existe medo, só uma vontade desinibida
Um passo a mais não machucará
Apenas fará lembrar
Dos muros do seu parque
Que fez questão de escalar
E mostrar a sua arte

Voltas pelo parque, a garota anda desinibida

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