quarta-feira, 30 de junho de 2010

Cores de uma Canção

Chegará a nossa vez de construir nossa casa com as nossas mãos
Em meio ao um mar azul anil profundo belo e distante
Em meio a uma floresta de árvores protegidas por anciãos
De contrastes verdes protetores formando flores ofuscas e cintilantes

Não me causa comoção morar numa cidade assim tão grande
Aqui a felicidade das pessoas derrete com o fim do dia
Nossos prazeres não se identificam dentro desse presente
Acompanhe-me por essa natureza que é tanto sua como minha

Imagine que o azul da noite expire por nossa vontade
Que o amarelo do dia é fruto da sua felicidade
As cores giram em torno de nós pela beleza do contraste
Aprecie esse seu novo mundo formado por todas as cores
Sinta o sabor de ter uma Lua manchada e coberta de flores

Tenho um problema, consegue me identificar?
Consegue poder me ajudar com o ritmo do seu toque?
Adquira uma palavra para que eu possa cantar
Compor para a minha mulher uma bela canção de rock
Com as influências que marca e apodera o seu próprio pensar

Cansei de criar mundos surdos e mudos para a minha mulher
Crio para ela músicas que explicam a explicação do chegar
Excluindo a negação de que o que nos motiva é a fé

Planetas de vozes vociferando seu nome no vácuo do espaço
Pétalas de cordas que a prende, propondo além de palavras
O descanso que se refere aquilo que eu sei que posso e faço
Assim que a pretendo sentir, como frases desarmadas
E se eu fosse escolher um lugar para morrer, escolheria seus braços

Nós vamos contribuir com o amanhecer e com o entardecer
Por sermos os mais belos telespectadores desse ímpeto
Sentados naquele banco antigo e cômodo que tanto adoramos
Que transcorreremos o que chamamos de linha do infinito

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