quinta-feira, 27 de maio de 2010

Eumicela - I Carta

Poderia novamente escrever sobre sexo, mas meu estomago dói e, enfim.

Eu só preciso de um fim. De um leutono, de um bom leutono; é tudo que eu preciso. Tudo certo. Você simplesmente fode comigo a todo instante. Fode e fode; ela não resiste. Eu tento ou, bem... Tento tentar.

Sozinho; já se sentiu assim, Eumicela? Você nasceu sozinho, meu nobre cowboy, e o meu corpo é grande demais para nós. Nunca fizemos nada. Nem tudo, nem nada; nem mesmo a pobre Zurrapa.

Bem, sem delongas: problemas! Você de novo, meu nobre cowboy... E agora? Vamos deslizar sobre a maré, vamos nadar sobre a lua?

Foda-se tudo, nós precisamos continuar com isto.

Precisamos, mas o barco está em chamas. E agora?

Ou você se decepciona, ou você decepciona. E a culpa não é a sua. Você não fez nada, você não está errado; apenas descobriu o descoberto que ninguém ainda descobriu, mas que um dia será descoberto. E agora? Maravilhado e confuso? Não... Náuseas e confusões. "Isso não é problema seu". De quem seria?

Maldição...

E agora?

Eumicela, um pouco mais, por favor. Venha cá meu amigo, sente-se. O que faço? Há quanto tempo não faço essa pergunta? Hein, madame Satã... O que faço?

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