domingo, 2 de outubro de 2011

Bolha de Sabão

Quando nasci, foi dentro de um furacão
Crianças choram bolhas de vento
Por isso ninguém diz não
Quando quem pede é um pequeno

Queria ser uma bolha de sabão
E voar pelo ar sem cor
E um dia pousar sobre sua mão
Sentir seu tato e seu calor

Demais nunca é muito para o futuro
Os sonhos são poucos dentro da bolha
A vida é uma árvore e enquanto eu durmo
Sonho que caio seco como uma folha

Vamos correr rápido
Por todo o deserto árido
Pois lá na frente há um furacão
E eu quero ver a boreal nascer

Sonhos nunca se vão
Se duvida, um dia você verá
Eu nadar como uma bolha de sabão
Até me explodir no sol
Até me explodir no sol
Você verá!

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