quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Esquizofrenias

Entenda a natureza do meu jogo: torrar os seus defeitos.

Como me faz falta, como sinto saudade. Olhos, pele, cabelos. Como sinto necessidade!

Penso: o que posso escrever? Me falta um olho nesta terra de deserto. E hoje é um dia... Um dia, que eu sinto mesmo falta da sua presença. Eu penso que, eu posso, eu não sei. Eu quero interpretar algum sonho.

Somos apenas pessoas. Pessoas morrem quando descobrem a face do real. Ou do absurdo. Do mundo, da vida. Tudo é mortal, tudo é irreal. Eu me perco em loucuras. Nada em mim faz sentido.

Vamos, tudo bem. Perdão. Perdão por rir. É por que você é linda.

Já matei tanto, que acho que posso fazer outra vez. No íntimo, é bom. É como tomar um banho gelado em um dia de calor. Me esgoto ao ver a alma se esvair; por aí, para o nada. É bom fazer isso ao seu lado! Eu quero todos os dias, no meu silêncio cego, no tempo devido.

Enfurnado em loucuras, preso em abismos. Tão simples como me deitar na cama. Paraplégico. Anestesiado. Esquizofrênico.

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