sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Assassinato

Ao banheiro, que horas eram? Não importa
A mulher se olha no espelho, de costas
O homem surgiu atrás, entrou pela porta
Apunhalou a mulher, que sangrou pela boca
E caiu no chão, morta

O homem saiu, ninguém o viu, ninguém o conheceu
Faca pintada de vermelho na mão, sorriso no rosto
Só não lhe digo que o assassino era eu
Por que não lhe conheço
Então pode ser perigoso.

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