segunda-feira, 4 de julho de 2011

Tendência de Autodestruição

A garota enfeitiçada na própria ambrósia
Sou sua tendência de autodestruição
A garota na esquina que me preza
Um segundo de prosa
Por favor, sou uma demolição!

Tendo ao lado que correr o vento
Sou a espingarda
Venha cá, moça!
Não se mate, chame o guarda
Dê a mim um pouco de chá
Não seja durona, nem má

Sou sua tendência de autodestruição
Você brincou de esquiar
Nas minhas plantas amarelas
Tenho aids, sua hepática!
Tome minha bílis, o meu ar
O quadro, a aquarela
Pinte a minha infecção
Com suas mãos, minha aberração!
Sou sua tendência de autodestruição

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