domingo, 20 de março de 2011

Soneto


A verdade desatina por onde caminha. Desmentida. Não assuste a minha garota. Pare! Por favor, pare! Não...

Nuvens, vêm; pedra gigante, quente. Abraço, terno, ternura. Ternura. O seu beijo é terno, seus olhos fechados... São ternos. Sinto você, sinto, sinto, soneto, sonho, doce, brigadeiro.

Infância: rosto rosado do Sol. Ainda somos crianças, podemos brincar na chuva.

Nenhum comentário: